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Urna Eletrônica

Um nível acima
Solução brasileira, líder mundial, tecnologia nacional. A urna eletrônica que automatizou 100% das eleições, no Brasil, foi desenvolvida, por uma empresa brasileira, a OMNITECH Serviços em Tecnologia e Marketing, entre 1995 e 1996, e aperfeiçoada, em 1997, para o modelo que se tornou o padrão brasileiro, até hoje. O TSE Tribunal Superior Eleitoral já comprou mais de 506.000 urnas, através de 6 licitações públicas, de 1996 a 2006, de duas empresas americanas de integração de sistemas, a Unisys Brasil, em 96 e 2002, e a Diebold Procomp, em 98, 2000, 2004 e 2006. Toda a fabricação da urna eletrônica foi realizada, por empresas de fabricação sob encomenda, a TDA Indústria de Produtos Eletrônicos, a Samurai, a Flextronics Brasil e a FIC Brasil, subcontratadas, pelas integradoras. Em 2004, a Samurai assinou o primeiro contrato para a exportação de uma solução completa de automação eleitoral inteiramente desenvolvida, no Brasil, em parceria com o CESAR Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife. A engenharia brasileira ultrapassa desafios e acredita no futuro do Brasil.
Urna Eletrônica A Urna Eletrônica Brasileira
Terminal de Votação Eletrônica - UE 2000
Urna Eletrônica A Especificação Técnica da UE 2000
Folheto Urna Eletrônica - Modelo UE2000
Urna Eletrônica Estatísticas da Urna Eletrônica
Dados de utilização, em relação ao número de eleitores e de municípios, de 1996 a 2004.
Urna Eletrônica C.E.S.A.R. Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife
Missão - A missão do C.E.S.A.R. é realizar a transferência auto-sustentada de conhecimento em tecnologias da informação entre a sociedade e a universidade.
Urna Eletrônica Bioscrypt Inc.
Bioscrypt has an unwavering determination to continue to provide world leading biometric identity verification technology for commercial applications including access control, both physical and logical, time and attendance and cash handling and to further support government initiatives, offering the industry’s foremost one-to-one finger scan matching algorithm.
Urna Eletrônica A primeira Urna Eletrônica Brasileira
A Unisys Brasil contratou a licença de uso de tecnologia da Omnitech, do engenheiro Carlos Rocha, para a fabricação das primeiras 78.000 urnas eletrônicas brasileiras, após vencer a licitação do Edital TSE 002/95, em março de 1996. A produção foi subcontratada, pela Unisys, à TDA e à Samurai. A urna eletrônica UE2000 recebeu a certificação do MCT, de produto que atende à condição de bem com tecnologia desenvolvida no Brasil, através da Portaria nº413/97 do Ministério da Ciência e Tecnologia, nos termos da Portaria MCT nº214/94. A urna eletrônica brasileira foi, integralmente, concebida, pela equipe de engenheiros da Omnitech, com recursos próprios, e o pedido de patente de invenção encontra-se em análise, no INPI, até hoje. Este primeiro modelo, licenciado, pela Unisys, para a licitação do TSE de 95/96, passou por um aperfeiçoamento de projeto, em 1997, realizado, pela OMNITECH, e tornou-se o padrão da urna eletrônica brasileira, até hoje.
Urna Eletrônica O Modelo Procomp 1996
As urnas eletrônicas brasileiras poderiam ter sido 4 vezes maiores que as atuais, com 25Kg de peso. Este foi o modelo apresentado, pela Diebold Procomp, na licitação para compra de coletores eletrônicos de voto, através do Edital TSE 002/95, em fevereiro de 1996. A urna eletrônica desenvolvida, pela Diebold Procomp, mostrou-se similar a um quiosque de auto atendimento bancário. Tratava-se de um microcomputador PC comum, coberto por um gabinete, com peso da ordem de 25Kg.
Urna Eletrônica O Modelo IBM 1996
As urnas eletrônicas brasileiras poderiam ter sido japonesas. Este é o modelo IBM, desenvolvido na IBM Japão e baseado em um notebook, apresentado, em fevereiro de 1996, na licitação para a compra de coletores eletrônicos de voto, através do Edital TSE 002/95. O Governo Federal emitiu uma Medida Provisória, na época, isentando de todos os impostos federais a importação e a venda de equipamentos de votação ao TSE Tribunal Superior Eleitoral. Esta medida, hoje em vigor na forma de Lei, privilegiou a importação de urnas eletrônicas. Caso a concorrência tivesse sido vencida, pela IBM, e não pela Unisys, as urnas eletrônicas seriam, integralmente, fabricadas, no Japão, e importadas, pelo Brasil.
Urna Eletrônica A Patente de Invenção da Urna Eletrônica
Logo após assinar o contrato de licença de uso da tecnologia, para a fabricação de urnas, pela empresa Unisys Brasil, em março de 1996, o eng. Carlos Rocha realizou o depósito do pedido de patente de invenção da urna eletrônica brasileira, no INPI, em junho de 1996, para atender aos compromissos definidos, naquele contrato.
Urna Eletrônica A Portaria MCT nº 413 de 1997
Esta Portaria foi publicada, no Diário Oficial da União Nº 218, terça-feira, 28 de outubro de 1997, e certifica que o produto Urna Eletrônica, modelo UE 2000, atende à condição de bem com tecnologia desenvolvida no País.
Urna Eletrônica Declaração Unisys - Omnitech 1997
Declaração conjunta Unisys Brasil - Omnitech, apresentada, no processo de licitação do Edital TSE 02/97: "A UNISYS produzirá e fornecerá ao Tribunal Superior Eleitoral, o produto "URNA ELETRÔNICA - UE2000", que atende aos requisitos da Urna Eletrônica para as eleições de 1998 (UE98), nos termos do Edital da Concorrência Número 02/97, conforme as especificações e utilizando a tecnologia e os fornecedores qualificados, pela OMNITECH."
Urna Eletrônica Ofício MCT - SEPIN nº 312/99
Atualização Tecnológica do produto Urna Eletrônica, modelo UE2000, de 06 de setembro de 1999.
Urna Eletrônica Certidão TSE à SAMURAI, em 2004 (Procomp)
Certidão fornecida, pelo TSE à SAMURAI, que confirma a contratação da SAMURAI, pela PROCOMP, em 1998, para a atualização de 78.000 urnas eletrônicas UE96, em decorrência da Licitação TSE nº02/97.
Urna Eletrônica Certidão TSE à OMNITECH, em 2004 (Itautec)
Certidão de capacitação, fornecida pelo TSE à OMNITECH, que confirma a contratação, pela ITAUTEC-PHILCO, da licença de uso da tecnologia da OMNITECH, para a fabricação de urnas eletrônicas UE2000, em decorrência da Licitação TSE nº027/99. O produto apresentado, pela Itautec, desenvolvido, pela OMNITECH, recebeu a aprovação técnica do TSE, no processo de licitação.
Urna Eletrônica Artigos 218 e 219 da Constituição Federal
As ações de Governo, em qualquer instância, devem-se pautar, pelos princípios definidos, na Constituição Federal e no arcabouço legal brasileiro. O fortalecimento do mercado, a autonomia tecnológica e o desenvolvimento sócio-econônico passam, pela exportação de produtos e serviços, com alto valor tecnológico nacional.
Urna Eletrônica As Urnas Eletrônicas de 96 a 2000
Uma foto comparativa, para demonstrar que a primeira urna eletrônica UE96 definiu o padrão da urna brasileira, que permanece igual, até hoje. Da esquerda para a direita, as urnas UE96, UE96A, urna 96 atualizada, em 98, UE98 e UE2000.
Urna Eletrônica A Urna Eletrônica UE98
Foram fabricadas, pela Flextronics Brasil e pela TDA Indústria de Produtos Eletrônicos, e fornecidas, pela Diebold Procomp, ao TSE 90.000 urnas eletrônicas, em 1998. Neste ano, também, foram atualizadas, desmontadas e refabricadas, 78.000 urnas UE96, pela Samurai Indústria de Produtos Eletrônicos.
Urna Eletrônica A Urna Eletrônica UE2000
Foram fabricadas, pela FIC Brasil e pela Flextronics, e fornecidas, pela Diebold Procomp, ao TSE 186.700 urnas eletrônicas, em 2000.
Urna Eletrônica A Urna Eletrônica UE2002
Foram fabricadas, pela FIC Brasil, e fornecidas, pela Unisys Brasil, ao TSE 51.000 urnas eletrônicas, em 2002.
Urna Eletrônica A Urna Eletrônica UE2004
Foram fabricadas, pela FIC Brasil, e fornecidas, pela Diebold Procomp, ao TSE 75.000 urnas eletrônicas, em 2004.
Urna Eletrônica LEI Nº 9.359, de 12 de dezembro de 1996
Isenta do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados bens de informática, destinados à coleta eletrônica de votos, fornecidos diretamente ao Tribunal Superior Eleitoral.
Urna Eletrônica LEI Nº 9.643, de 26 de maio de 1998
Isenta do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados partes e peças destinadas industrialização de bens de informática a serem adquiridos pelo Tribunal Superior Eleitoral - TSE.
Urna Eletrônica TSE Tribunal Superior Eleitoral
Composição, definida, no Art. 119 da Constituição Federal de 1988.
Urna Eletrônica Tecnologia Eleitoral e a Urna Eletrônica - SBC 2002
Relatório SBC - 2002 - Este texto contém um relatório dos trabalhos de cooperação realizados, para o TSE, por especialistas da SBC, no ano de 2002. Este relatório descreve as principais tecnologias eleitorais, de forma a contextualizar o Sistema Informatizado de Eleições Brasileiro, e apresenta críticas e sugestões, para melhorar a confiabilidade e a confiança, no sistema como um todo.
Urna Eletrônica Analysis of an Electronic Voting System
Abstract - With significant U.S. federal funds now available to replace outdated punch-card and mechanical voting systems, municipalities and states throughout the U.S. are adopting paperless electronic voting systems from a number of different vendors. We present a security analysis of the source code to one such machine used in a significant share of the market. Our analysis shows that this voting system is far below even the most minimal security standards applicable in other contexts. We identify several problems including unauthorized privilege escalation, incorrect use of cryptography, vulnerabilities to network threats, and poor software development processes. We show that voters, without any insider privileges, can cast unlimited votes without being detected by any mechanisms within the voting terminal software. Furthermore, we show that even the most serious of our outsider attacks could have been discovered and executed without access to the source code. In the face of such attacks, the usual worries about the insider threat is also quite considerable, showing that not only can an insider, such as a poll worker, modify the votes, but that insiders can also violate voter privacy and match votes with the voters who cast them. We conclude that this voting system is unsuitable for use in a general election. Any paperless electronic voting system might suffer similar flaws, despite any “certification” it could have otherwise received. We suggest that the best solutions are voting systems having a “voter-verifiable audit trail,” where a computerized voting system might print a paper ballot that can be read and verified by the voter.
Urna Eletrônica Análise de um sistema eleitoral eletrônico
Em 2003, quatro professores da Johns Hopkins University e da Rice University publicaram uma análise sobre a segurança do código supostamente utilizado em um sistema eleitoral eletrônico fornecido pela empresa americana Diebold. Tal estudo apontou inúmeras falhas e vulnerabilidades a fraudes de origem interna e externa. Novas denúncias de falhas de segurança nas máquinas de votação da Diebold foram apresentadas em março de 2004, o que levou ao descredenciamento, dois meses depois, das máquinas da empresa no Estado da Califórnia. O presente trabalho, desenvolvido com a ajuda de voluntários, tem por objetivo oferecer uma análise semelhante, de algo semelhante. Código que, segundo tudo indica, origina-se da urna eletrônica do sistema eleitoral brasileiro usada em 2000, e que teria sido desenvolvido pela mesma empresa. As conclusões aqui são também semelhantes, tão graves quanto aquelas.
Urna Eletrônica Portal Voto Seguro
Portal sobre a segurança do processo eleitoral, que defende a impressão do voto, como confirmação da vontade do eleitor. Apresenta o "Manifesto dos Professores, documento assinado, por centenas de professores e profissionais de tecnologia de informação, apoiando a tese, e vários outros manifestos internacionais. O Portal Voto Seguro é moderado, pelo engenheiro Amilcar Brunazo.
Urna Eletrônica Urnas Tipo Exportação
Publicado na Revista Isto É Dinheiro de 26/01/2005.
Urna Eletrônica Urnas Tipo Exportação (Artigo)
Publicação Isto É Dinheiro de 26.01.05
Urna Eletrônica Isto É Dinheiro 26/01/2005
 
Urna Eletrônica Urna Eletronica
 
Urna Eletrônica Hack-a-Vote: Security Issues with Electronic Voting Systems
The democratic process rests on a fair, universally accessible voting system through which all citizens can easily and accurately cast a vote. With the 2000 US presidential election, however, the country got a firsthand look at the results of a flawed voting system, which fueled renewed public interest in voting system reliability. People became especially enchanted by the computer's siren song, so election officials have increasingly examined and adopted voting systems that rely primarily on computers to record and tabulate votes. Much of their attention has centered on direct recording electronic (DRE) voting systems, which completely eliminate paper ballots.